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Noticiarios

O CDIAL- Centro de Divulgação do Islam Para América Latina representado pelo seu vice-presidente o sr. Ziad Ahmad Saifi, assinou uma parceria com o projeto: “Seja um Divulgador na Copa do Mundo.”

O projeto inclui a distribuição de panfletos, livros dentre outras ações, pontos de recepção nos aeroportos e Hotéis e o apoio as mesquitas das comunidades muçulmanas nas cidades sedes em atividades de divulgação do Islam durante o período da Copa de 2014.

Além da distribuição de 1.000.000 de cópias do Alcorão.

 

 

 

Enquanto Camarões - que ameaçou não vir por conta em divergências no valor de sua premiação - e Argélia seguiram para Vitória (ES) e Sorocaba (SP) entre domingo e segunda-feira, Bósnia, Irã e Costa do Marfim já estão hospedados no Guarujá (SP), em Guarulhos (SP) e em Águas de Lindoia (SP), respectivamente. Já a Nigéria chega na terça-feira a Campinas.

Para associações muçulmanas no país, a vinda desses times e de seus torcedores é considerada uma oportunidade ideal para divulgar o islamismo no Brasil.

E como parte de um dos projetos da Fambras (Federação das Associações Muçulmanas do Brasil), equipes estão distribuindo Corões e livros sobre a religião em cidades que estão hospedando seleções, especialmente as "muçulmanas".

"A finalidade desse projeto é desmistificar a visão negativa sobre o islamismo", disse Ali Zoghbi, vice-presidente da Fambras.

O Brasil tem atualmente mais de 100 mesquitas e centros islâmicos. O número de muçulmanos no país, entretanto, não é preciso. Segundo o censo do IBGE de 2010, há 35 mil, embora associações islâmicas estimem que esse número seja superior a 300 mil.

Se um lado do projeto (chamado Salam Brasil - Copa 2014) mostra a cultura islâmica aos brasileiros, por outro, ele traz ações para ajudar jogadores e torcedores muçulmanos que chegam ao país para a Copa.

Para os jogadores, por exemplo, serão distribuídos kits com tapetes de orações, Corões e bússolas para mostrar a direção de Meca, para onde os muçulmanos rezam.

Outra iniciativa é a Salam Line - um serviço telefônico gratuito em árabe e inglês. Segundos as atendentes, entre as dúvidas mais comuns estão a direção de Meca, se há mesquitas nas redondezas ou sobre locais onde se pode comer alimentos halal, ou seja, que são permitidos pela religião.

Além da linha telefônica, a associação lançou um guia sobre as cidades-sedes e informações sobre locais islâmicos em cada uma delas. Entre os dados, por exemplo, estão os horários das cinco orações diárias que todo muçulmano deve fazer. Eles variam de cidade para cidade, já que dependem da hora em que o sol nasce e se põe. Os mesmo dados também estão disponível em um aplicativo para smartphones.

A associação também auxiliou hotéis que vão receber seleções com jogadores islâmicos. Um deles foi um hotel em Sorocaba, cuja cozinha foi adaptada para seguir os preceitos islâmicos.

 

 

Além de informações sobre as cidades-sede, pontos turísticos e estádios, aplicativo ajuda muçulmanos a se localizar em direção à Meca, para onde se voltam durante suas orações

09/05/2014

 

Os muçulmanos que estiverem no Brasil para acompanhar a Copa do Mundo terão o apoio de um guia eletrônico com informações sobre as cidades-sede, as mesquitas e a cultura brasileira. O material, produzido pela Federação das Associações Muçulmanas do Brasil, vai ao encontro das ações do Ministério do Turismo, cujas obras de infraestrutura e qualificação profissional caminham no sentido de atender bem o turista brasileiro e estrangeiro em viagem pelo país.

 

“Nosso objetivo é que os turistas das mais diversas religiões se sintam acolhidos e respeitados”, disse o ministro do Turismo, Vinicius Lages. “Será um grande prazer receber visitantes de todas as partes do globo. Pela natureza miscigenada de nosso país, nos sentimos preparados para lidar com todas elas”.

 

Seis das 32 seleções que disputam o Mundial no Brasil representam países cujo islã tem grande presença entre a população. São elas: Argélia, Bósnia, Camarões, Costa do Marfim, Nigéria e Irã. Significa que junto com essas seleções, o Brasil vai receber uma série de torcedores oriundos desses países. “Nossa ideia é facilitar a estada dos turistas muçulmanos no Brasil, de modo que se sintam abraçados e confortáveis em nosso país”, diz Ali Zoghbi, vice-presidente da Federação das Associações Muçulmanas do Brasil.

 

Há cerca de 80 centros islâmicos e 50 mesquitas espalhadas pelo Brasil, de acordo com a Federação Islâmica Brasileira. Mesmo predominantemente católico, o Brasil tem cerca de 1,5 milhão de adeptos do islamismo. As maiores comunidades se encontram nas cidades de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Curitiba, Rio Grande do Sul e Foz do Iguaçu, boa parte delas, sedes da Copa do Mundo.

 

De acordo com estimativas do Departamento de Estudos e Pesquisas do MTur, existem pelo menos 15 milhões de brasileiros interessados em destinos religiosos no país. Esse movimento gera empregos e distribuição de renda, o que pode se traduzir em melhor qualidade de vida para a população.

 

Para dar mais conforto aos muçulmanos que estiverem aqui, além do guia eletrônico, os turistas do islã terão à disposição um aplicativo para smartphone e um telefone 0800, com atendimento em árabe e inglês, de acordo com a Federação. No aplicativo haverá ainda uma bússola digital, que indicará a direção da cidade sagrada de Meca, para onde os muçulmanos se voltam durante as orações. O guia também terá uma versão impressa e será distribuído em agências de turismo, embaixadas, consulados e nas mesquitas.

 

As viagens que incluem a motivação religiosa são hoje um grande impulso ao turismo nacional. De acordo com projeção do Ministério do Turismo, 60 milhões brasileiros realizaram 197 milhões de viagens domésticas em 2012. Desse total, 3,94 milhões tiveram como foco o turismo religioso. O MTur apoia o turismo religioso de forma ampla e laica.

 

Assessoria de Comunicação Social

Ministério do Turismo

As Competições começaram em 18 de maio de 2013, no Museu de Arte Islâmica em Kuala Lumpur.

O site de notícias cimbislamic anunciou que a competição titulada "O Alcorão, o caminho para a luz da fé", vai envolver todas as universidades.

As Competições começaram em 18 de maio de 2013, no Museu de Arte Islâmica em Kuala Lumpur.

Habilidades são desenvolvidas na disciplina de leitura e recitação, com a presença de inúmeros acadêmicos e religiosos.

Esta competição é organizada pela Associação de Estudantes Muçulmanos da Malásia, com o apoio financeiro do Banco CIMB.

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FFonte:

http://iqna.ir/pt

Esta reunião a ser realizada em 29 de maio de 2013, em Moscou, terá como tema "Os muçulmanos da Rússia e da sociedade civil".

O Conselho de Muftis da Rússia disse em 18 de maio de 2013, que a reunião foi organizada pelo Mufti da Rússia, Ravil Hazrat Ghein-ol-din, e será realizada na presença de centros governamentais religiosas, culturais e sociais, jovens, personalidades científicas e artísticas.

Esta reunião será realizada em 29 de maio de 2013, em Moscou, e foi titulada "Os muçulmanos da Rússia e da sociedade civil". Na última reunião, que foi realizada em 24 de março de 2010, envolveu mais de 500 representantes de toda a Rússia.

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Fonte:

http://iqna.ir/pt

Descobrimos neste domingo no Museu de AGESCI uma notável coleção de arte islâmica.

Esta coleção é o resultado de dois legados, em 1909 e 1915, Charles Piet-Lataudrie e sua esposa, a filha de um grande colecionador parisiense.

O casal faz parte dos colecionadores do final do século XIX, atraídos pelas obras orientais.

Durante quarenta anos, eles excursionaram pela Europa, frequentando lojas que vendem antiguidades e venda de hotéis para finalmente doar algumas de suas obras para os museus em Paris e Niort, local de nascimento de Charles Piet-Lataudrie.

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Fonte: lanouvellerepublique


A conferência titulada "A religião na política", iniciou suas atividades no sábado 25 de maio, na Tunísia.

De acordo com o site BusinessNews, esta conferência é organizada pelo Ministério de Assuntos Religiosos da Tunísia.

A conferência foi realizada no Hotel África Tunus, a fim de fazer uso dos ensinamentos e preceitos religiosos, a fim de avançar a revolução tunisina.

Na conferência participaram numerosas personalidades da política e religiosa, como o ministro de Assuntos Religiosos, Noureddin Khademi e autor de "Objetivos do Islã", Bachir Chamam e deputados do Parlamento da Tunísia para discutir o papel da religião na política.

Este evento também com a presença de representantes dos meio

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Fonte :

http://iqna.ir/pt

A primeira escola de ensino árabe e Tajwid do Alcorão Sagrado iniciou suas atividades em Coventry, no Reino Unido.

De acordo com o jornal on-line Anha, esta escola corânica foi criada por Saad Sayer Zafiri, residente Arabe na Grã-Bretanha.

Esta escola é projetada para ensinar o árabe e o Alcorão Sagrado de acordo com o procedimento utilizado nos países do Golfo.

Escola árabe e Tajwid do Alcorão Sagrado em Coventry pode acomodar até 250 pessoas e os muçulmanos árabes e não-árabes de todas as idades podem participar em cursos desta escola.

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Fonte:

http://iqna.ir/pt

O chefe da diplomacia francesa disse hoje que, se as acusações contra o Exército sírio forem confirmadas, deverá haver uma “reação de força” da comunidade internacional

As forças do regime de Bashar al-Assad renovaram esta quinta-feira os bombardeamentos intensos sobre os arredores de Damasco, controlados pelos opositores do regime de Bashar. Entre as zonas visadas, encontram-se os bairros de Muadamiya e Guta, onde na véspera a oposição síria denunciou um ataque com armas químicas que fez mais de 1300 mortos. Foguetes disparados de lançadores múltiplos e disparos de morteiros pesados atingiram os bairros de Jobar e Zamalka, localizados na periferia leste da capital. 

Foguetes também atingiram o distrito vizinho de Qaboun, ao norte, onde os combatentes contrários ao regime de Bashar têm repelido tentativas por parte das forças leais ao presidente de tomar a área, e também áreas do campo de refugiados palestinos de Yarmouk, ao sul, acrescentaram os ativistas.
Aquele que poderá ser o mais mortífero ataque com armamento químico desde os anos 80 motivou uma reunião de urgência do Conselho de Segurança da ONU. No entanto, as objeções da Rússia e da China não permitiram um acordo para exigir formalmente à missão das Nações Unidas na Síria uma investigação das acusações. Depois do encontro, Maria Cristina Perceval – que assume pela Argentina a presidência rotativa do Conselho – sublinhou que “todos os membros concordaram que qualquer uso de armas químicas, por parte de qualquer dos lados [envolvidos no conflito] e sob quaisquer circunstâncias, constitui uma violação das leis internacionais”.
As Nações Unidas anunciaram que o chefe da missão de peritos na Síria abriu negociações com o regime para tentar investigar o incidente desta quarta-feira. A pressão internacional sobre o regime do presidente sírio Bashar al-Assad, que enfrenta há mais de dois anos uma sangrenta guerra civil, sobe. A França afirmou que, se for confirmado o ataque químico, a comunidade internacional deve responder com o "uso de força".
A Turquia também pediu intervenção internacional, afirmando que o regime sírio "ultrapassou a linha vermelha".

Porta-voz da chancelaria iraniana Araqchi trata de temas de política externa em coletiva de imprensa semanal (HispanTV)

Os complôs estrangeiros causam a discórdia e os conflitos regionais e sectários entre os muçulmanos, afirmou nesta terça-feira (25) o porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores do Irã, Said Abas Araqchi, durante a sua coletiva de imprensa semanal. Araqchi assegurou que Israel “aviva a chama da discórdia” religiosa e sectária, que favorece os objetivos dos inimigos da comunidade islâmica.

“O mundo muçulmano deve esforçar-se para resolver as diferenças que causam divergência entre os seus membros”, disse Araqchi em referência ao aumento do salafismo (ideologia sunita reformista atualmente instrumentalizada pelo islamismo, que prega uma interpretação rigorosa do Corão para a sua aplicação política), nos países da região, em particular na Síria, já que muitos que lutam contra o governo constitucional são classificados de salafistas.

Por extensão, os confrontos entre salafistas e o Exército do Líbano também têm se intensificado nos últimos dias, desde que o xeique Ahmed Al-Asir declarou enviar combatentes salafistas para uma “jihad contra o governo sírio”.

Araqchi indicou que os membros do Comitê Sírio de Seguimento do Diálogo, em sua viagem ao Irã, lograram resultados positivos em suas conversações com as autoridades persas, inclusive com o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional da República Islâmica do Irã, Said Jalili, e o vice-ministro de Relações Exteriores para Assuntos Árabes e Africanos, Hussein Amir Abdulahian.

Às vésperas do mês sagrado do Ramadã (que se inicia no próximo 10 de julho), Araqchi disse que a comunidade internacional, por respeito a essa significativa celebração muçulmana, deve estabelecer um cessar-fogo e o início dos diálogos na Síria

Araqchi também mencionou a decisão do emir do Catar de passar o poder ao seu filho, e assegurou que a estabilidade do Catar, como país vizinho, tem muita importância para o Irã.

Aproximação à Arábia Saudita

O presidente eleito do Irã, Hassan Rouhani, disse que o seu país e a Arábia Saudita podem restaurar a paz e a estabilidade na região, em resposta a uma mensagem de congratulação do rei Abdullah bin Abdulaziz.

“Com a prudência dos países da região, a paz e a estabilidade podem ser retomadas”, sublinhou Rouhani, na resposta à missiva que enviada pelo monarca saudita, depois de anunciada a vitória eleitoral por uma margem ampla, nas eleições presidenciais, realizadas há 11 dias.

O mandatário, que deve assumir o poder no próximo 3 de agosto, disse também que uma das prioridades da política exterior iraniana é prestar especial atenção aos países vizinhos e do resto da área, de acordo com a versão da mensagem presidencial difundida pela agência oficial Irna.

O Irã e a Arábia Saudita, talvez os dois países mais importantes da região do Golfo Pérsico, têm posturas encontradas sobre a crescente presença militar estadunidense nesta região, assim como em relação ao conflito na Síria.

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Com informações da HispanTV

Da redação do Vermelho

O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acusou hoje os Estados Unidos de procurarem "uma guerra geral" no mundo árabe e islâmico para de seguida, ou "paralelamente", fazerem o mesmo na América Latina, e aliviarem a crise da venda de armas.

"Faço um apelo ao povo sírio (...), ao povo libanês que está a ser objeto de ataques terroristas, ao povo árabe: os Estados Unidos estão a decidir levar a cabo uma guerra geral contra o mundo árabe, contra o mundo islâmico, para os controlarem e, também, para saírem da crise produzirem mais armas, porque os Estados Unidos saiem das crises produzindo armas", disse num discurso transmitido pela televisão.

Maduro qualificou de "equivocados" os que acreditam que uma guerra especialmente no mundo árabe "não vai afetar a América Latina".

Os norte-americanos, defendeu, "vão para o mundo árabe para depois virem ter connosco, ou vão paralelamente tentar impor uma guerra no mundo árabe e impor uma guerra aqui", na América Latina.

O governante venezuelano revelou que recentemente alertou o seu homólogo colombiano, Juan Manuel Santos, porque num e noutro país, "há quem sonhe com uma guerra entre a Colômbia e a Venezuela".

Maduro disse que "o plano está há anos a ser traçado a partir do Pentágono". Todavia, "nós, os venezuelanos e colombianos, não lhe vamos dar esse gosto", porque entre ambos os países fronteiriços "o que vai haver é a paz, cooperação, fraternidade e união", sublinhou.

Maduro acrescentou que os Estados Unidos invadiram o Iraque e participaram no ataque militar na Líbia baseando-se "em mentiras", e sustentou que o mesmo está a suceder agora com a Síria, nação "às portas da guerra", uma vez que o seu governo está a ser apontado, "sem provas" de usar armas químicas.

"Estamos perante o início de uma guerra aberta contra a Síria, e a Síria não vai ficar de braços cruzados, e nós não vamos abandonar o povo sírio", disse Maduro.

Maduro também referiu a crise no Egito. Na atualidade, os Estados Unidos "estão a aplicar no Egito, perdoem-me a expressão, uma das teses do império: a guerra de cães, que é por uma parte do povo contra a outra; povo contra povo matando-se, e será difícil que o Egito recupere", acrescentou.

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Fonte:

http://www.noticiasaominuto.com

O primeiro encontro de alto nível entre católicos e muçulmanos terminou quinta-feira no Vaticano com a adopção de uma declaração conjunta que sublinha a importância da liberdade religiosa e apela para um compromisso comum para um mundo mais justo.

Perante 58 delegados vindos do mundo inteiro, o Papa Bento XVI congratulou-se com este encontro inédito que, diz, "marca um passo suplementar no caminho de uma melhor compreensão entre muçulmanos e cristãos".

A declaração conjunta apela para o "respeito das pessoas e das suas escolhas em matéria de consciência e de religião" e do "direito de os indivíduos e as comunidades praticarem a sua religião em privado e em público".

Ela condena "a opressão, a violência e o terrorismo, particularmente o cometido em nome da religião".

O texto sublinha também o espírito "caloroso e de convívio" que presidiu às discussões à porta fechada sobre as questões teológicas, éticas e sociais.

As trocas de pontos de vista foram de "uma franqueza inédita" nos encontros interreligiosos", declarou um dos representantes muçulmanos, o italiano Yahia Pallavicini.

"Discutimos também palavras que irritam como islamofobia ", declarou o universitário católico francês Joseph Maïla.

"Acordámos que não era possível debater sem tocar nalgumas questões sensíveis como a liberdade religiosa", indicou o intelectual muçulmano suíço Tariq Ramadan.

Bento XVI recebeu os 58 delegados da sumptuosa sala Clementina do palácio apostólico reservado às grandes ocasiões.

Sublinhou que a concepção diferente que muçulmanos e cristãos se fazem de Deus não deve impedi-los de manifestar o seu "respeito mútuo" e de agir juntos em favor dos seus próximos.

O Papa acentuou o respeito pela liberdade religiosa "por todos e por todo o lado", um assunto crucial para o Vaticano numa altura em que as minorias cristãs são vítimas de violência ou forçadas ao exílio em numerosos países de maioria muçulmana.

Mas o universitário muçulmano norte-americano Seyyed Hossein Nasr alertou contra "um proselitismo agressivo" que seria conduzido "em nome da liberdade".

Os responsáveis religiosos apelam também na sua declaração para "todos os crentes trabalharem num sistema financeiro ético cujo mecanismo de regulação tenha em conta a situação dos pobres e deserdados (...) e as nações endividadas".

Um segundo encontro estás previsto para daqui a dois anos "num país de maioria muçulmana que ainda está por determinar".

Este foro reunido sobre o tema do "amor de Deus" e do "amor do próximo" é fruto da iniciativa lançada a 13 de Outubro de 2007 por 138 dignitários muçulmanos na direcção dos cristãos intitulada "Um mundo comum entre nós e vós".

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TM.

Lusa/Fim

O Presidente francês afirmou hoje que a 'burqa' islâmica é "uma marca de servidão e de rebaixamento" da mulher e "não é bem-vinda" em França, num discurso a senadores e deputados reunidos em Versalhes.

A 'burqa', que cobre a mulher da cabeça aos pés, "não é uma marca religiosa, é uma marca de servidão e de rebaixamento" da mulher, afirmou Nicolas Sarkozy, que anteriormente admitiu legislar para regulamentar o uso da 'burqa' em França.

"Quero afirmá-lo solenemente. A 'burqa' não será bem-vinda no território da República Francesa", disse.

"Não podemos aceitar, no nosso país, mulheres prisioneiras atrás de uma rede, afastadas de qualquer vida social, privadas de qualquer identidade. Não é esse o conceito da dignidade da mulher na República Francesa", acrescentou.

O Presidente francês disse-se favorável à criação de uma comissão parlamentar sobre o uso do véu integral em França, defendida por um grupo de cerca de 60 deputados.

A questão deu origem a uma nova polémica sobre a questão da laicidade de França, onde o uso da 'burqa' é reduzido.

"O parlamento pretendeu ocupar-se desta questão. É a melhor forma de proceder, é necessário que haja um debate e que todos os pontos de vista sejam expressos", disse.

"A laicidade não corresponde à recusa de todas as religiões. É um princípio de neutralidade e de respeito", disse, frisando que "a religião muçulmana deve ser tão respeitada como as restantes".

A questão da laicidade do Estado francês e da sua relação com os símbolos religiosos externos suscitou uma forte polémica em 2004 quando o governo aprovou uma lei que proibia o uso de símbolos religiosos nas escolas públicas.

França é o país da Europa Ocidental com a maior população muçulmana, avaliada em cerca de cinco milhões de pessoas.

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fonte

http://www.dn.pt

A conclusão é de um estudo alemão apresentado em Berlim e divulgado esta quinta-feira pelo Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural.

Portugal é dos países europeus que mais defende a igualdade de direitos entre religiões. A conclusão é de um estudo alemão apresentado em Berlim e divulgado esta quinta-feira pelo Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural.

De acordo com a Lusa, o documento «Religião e Política», elaborado por uma universidade sob orientação de um sociólogo das religiões, revela que 89% dos portugueses crê que todos os grupos religiosos devem «ter direitos iguais». A percentagem lidera entre os países da União Europeia integrados no inquérito: França (86%), Dinamarca (72%), Holanda (82%) e Alemanha (49% no Oeste e 53% nas regiões ocidentais).

Quanto se trata de saber se a pluralidade religiosa produz conflito ou enriquecimento cultural, 80% dos portugueses voltaram a revelar-se tolerantes, a par dos dinamarqueses e holandeses. Seguiram-se os alemães (70%) e os franceses (59%).

A escolha dos países para este estudo incidiu nos diversos patamares de diversidade religiosa, embora tenha focado o Islão, devido aos acontecimentos mundiais da última década.

A Alemanha foi incluída devido ao elevado número de imigrantes muçulmanos, concentrados sobretudo nas regiões ocidentais, pelo que foi feita uma análise do país em dois blocos geográficos.

A França debate-se actualmente com a controvérsia em torno da proibição do uso da burca, além das tensões sociais e consequente violência usada pela polícia sobre jovens muçulmanos, lê-se no enquadramento do estudo.

A Dinamarca «foi alvo de todas as atenções quando um jornal, em 2005, publicou cartoons do profeta Maomé» e a Holanda assistiu ao assassínio do realizador Theo van Gogh, autor de um filme que os muçulmanos consideram ofender e distorcer os preceitos islâmicos, de acordo com o mesmo documento.

Portugal surge neste estudo por contraste, já que «a diversidade religiosa» não é tão pronunciada.Portugal é dos países europeus que mais defende a igualdade de direitos entre religiões. A conclusão é de um estudo alemão apresentado em Berlim e divulgado esta quinta-feira pelo Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural.

De acordo com a Lusa, o documento «Religião e Política», elaborado por uma universidade sob orientação de um sociólogo das religiões, revela que 89% dos portugueses crê que todos os grupos religiosos devem «ter direitos iguais». A percentagem lidera entre os países da União Europeia integrados no inquérito: França (86%), Dinamarca (72%), Holanda (82%) e Alemanha (49% no Oeste e 53% nas regiões ocidentais).

Quanto se trata de saber se a pluralidade religiosa produz conflito ou enriquecimento cultural, 80% dos portugueses voltaram a revelar-se tolerantes, a par dos dinamarqueses e holandeses. Seguiram-se os alemães (70%) e os franceses (59%). 

A escolha dos países para este estudo incidiu nos diversos patamares de diversidade religiosa, embora tenha focado o Islão, devido aos acontecimentos mundiais da última década.

A Alemanha foi incluída devido ao elevado número de imigrantes muçulmanos, concentrados sobretudo nas regiões ocidentais, pelo que foi feita uma análise do país em dois blocos geográficos.

A França debate-se actualmente com a controvérsia em torno da proibição do uso da burca, além das tensões sociais e consequente violência usada pela polícia sobre jovens muçulmanos, lê-se no enquadramento do estudo.

A Dinamarca «foi alvo de todas as atenções quando um jornal, em 2005, publicou cartoons do profeta Maomé» e a Holanda assistiu ao assassínio do realizador Theo van Gogh, autor de um filme que os muçulmanos consideram ofender e distorcer os preceitos islâmicos, de acordo com o mesmo documento.

Portugal surge neste estudo por contraste, já que «a diversidade religiosa» não é tão pronunciada.

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http://www.tvi24.iol.pt

Chã, Loureiro, Cimo de Vila. Três ruas de um Porto escuro, pintalgadas de islamismo e muezins como banda sonora. Os animais morrem em nome de Allah. O trabalho pára uma hora à sexta-feira. Em paz.

O relógio que está certo, apesar de o tempo não lhe correr nas veias, é o primeiro a contar de baixo. Um despertador de plástico vermelho, apontado para as duas horas. Da tarde. Kamran posta-se frente à coluna de horas paradas, tapa os ouvidos, fecha os olhos e ausenta-se do tempo.

À volta dele, carreiros de homens descalços esgueiram-se para a sala. Kamran entoa o adhan (chamamento). É sexta-feira, hora de salat (oração) na mesquita entrincheirada na travessa do Loureiro, acima dos comboios de S. Bento. E ele é o muezim.

O Islão, no Porto, vive-se à medida das possibilidades. E sente-se com simplicidade, de mãos dadas com aquele pequeno pedaço de Portugal, pouco mais do que um nó na malha da história portuense: o Cimo de Vila, a Rua Chã e a do Loureiro. Com a estação ferroviária na base e o amarelo torrado do Teatro Nacional S. João a dominar o morro da Cividade. Outrora eldorado das pechinchas mecânicas, berço de uma das maiores cadeias de lojas de electrodomésticos do país, lar de algumas das tascas mais típicas da Invicta e posto de trabalho - ainda e sempre - das aliviadoras dos males de alma masculinos.

Continua assim o lugar. Casas do passado, calçada incerta, cortinas à entrada dos albergues, as incontornáveis peles da Casa Crocodilo, as mulheres garridas e, agora, as vestes igualmente garridas das mulheres pudicas. Muçulmanas, na maioria de raiz oriental, com todo o festival de cor que isso significa, cruzam a rua de criança pelo braço, indiferentes às cristãs de baton e unha vermelha. "São elas que dão aqui negócio".

Elisabete, portuguesa desgastada com o desemprego do sector têxtil destruído pelos chineses, arrumou a agulha e vestiu o avental. Serve no Taj Mahal. Caril intenso no ar, patrão escuro como as montanhas do Paquistão, paredes meias com uma dessas entradas de cortina enegrecida. Ali dentro, há Islão e doner kebab a girar. No descanso da tarde, há mulheres da vida e muçulmanos com t-Shirt sobradas do Euro 2008. A estimular Portugal. Tudo na paz.

Outro mundo sobre a estação

Mais do que viver, os muçulmanos do Porto trabalham ali. Nas mil lojas de roupa barata e colorida, até às oito da noite, para aproveitar as saídas dos comboios em hora de ponta. Falam como sabem. Mal, metade deles, nada, a outra metade. A metade feita de mulheres e crianças, poucos véus, o calor do Oriente flexibilizou as interpretações do Alcorão. Muitas chegaram nos últimos meses, o reagrupamento familiar, aqui, ainda é difícil. Cheira a Índia. Ou Paquistão, ou Bangladesh. É igual. Ou à parte de Moçambique feita de Índia, mesmo respeito pela religião.

No largo, Altaf descansa das festas de Freamunde, para onde foi tentar vender a tenda. É dos poucos que vivem na Rua do Loureiro, mulher e filhos importados do Punjab paquistanês há seis meses. Quase não sabe português, apesar dos sete anos de vida em Portugal. Com ele, um grupo de dois ou três homens, mais adiante outro. É normal nos fins de tarde. Está calor, trocam o Taj Mahal pela rua, olham desconfiados para a máquina fotográfica e dão discretamente sinal à mulher que assoma a uma das varandas. Apesar de andarem soltas, as mulheres precisam de autorização masculina para aparecer. Queríamos conhecer a dele, de Altaf, até já a víramos passar, escondida pela pressa. Não vai ser possível, Altaf não pode estar em casa.

Abdul, estudos de ciência política terminados no Paquistão abandonado há seis anos, explica que é assim e pronto. Em casa dos outros. Na dele, partilhada com a esposa portuguesa, o jovem de 30 anos adaptou as regras. "Viemos para cá. Temos que mudar". Guia-nos pelos 75 degraus que conduzem à pequena mesquita da Travessa do Loureiro. Num patamar intermédio, os gatos saltam sobre as torneiras para as abluções, água que purifica por fora para melhor receber a purificação por dentro.

À vista, um postal do Porto. Torres e sinos de igrejas a tocar enquanto Kamran encanta os fiéis. Nesta sexta-feira são mais de cem. Por ser sexta-feira. Domingo no Islão. E por ser sexta-feira, dia de trabalho em Portugal, é que a reunião se faz às duas da tarde. Nos outros dias, dizem os despertadores vermelhos da mesquita, a oração é ao fim da tarde. Ou de manhã. Vem quem pode. E também por ser sexta-feira, Idris Ahmed pediu a Farzana, com quem partilha os dias e três filhos, para preparar uma baciada de gulab jamun, iguaria doce de farinha mergulhada em xarope de água de rosas e cardamomo, para os fiéis que vêm de mais longe - também os há - aconchegarem as entranhas depois de purificadas.

Flores e caril com os Anwar

Sabe extraordinariamente bem. Oferecida como sobremesa numa viagem ao Islão oriental, servido à mesa da família Anwar, ali nas margens da Praça dos Poveiros. É uma das menos de duas mãos cheias de famílias paquistanesas já reagrupadas no Porto. A alegria em forma de apartamento. Zulficar brinda-nos com a sabedoria de um português aprendido em oito anos de operariado abrilhantado com um ano de aulas na Junta de Freguesia do Bonfim. Essa mesma que oferece a quem entender a possibilidade de se integrar um pouco mais.

Casa espartana, paredes nuas ou quase, andar do Estado Novo e móveis talhados do passado português. Zulficar, 50 anos, viveu aqui sozinho até há cinco meses. Até que Zaida veio encher aquele T3 com o seu sorriso interminável. Faz de conta que usa véu, é mais um lenço de seda que ora cobre o cabelo arrepanhado, ora cai para o pescoço, sobre o sari rosa forte.

Atrás dela, Mariam, cinco anos de curiosidade, e Ali, 15 anos, ligeiro atraso mental e a necessidade de mostrar que sabe falar português. "Boa tarde! Bom dia!" Porque é Verão, a diáspora marcou encontro. Misba, sobrinha do patriarca, veio de Logroño, em Espanha, descansar o ócio. Trouxe Amza, reguila enturmado, castelhano sem falhas, e Fátima. Casa cheia.

Do novo, o odor a caril. Zaida atarefa-se na cozinha impecável. Três panelões borbulham à espera dos convivas, enquanto na sala Zulficar explica a vida. Não quer a mulher a trabalhar, diz a rir, e logo corrige: quando ela souber falar. E conta dos dois filhos de oito e 12 anos que ficaram no Punjab com a avó. Questões burocráticas, nem tudo é tão fácil quanto parece. Que o diga Abdul, cuja renovação da autorização de residência foi recusada porque foi passar uns meses a Inglaterra, divorciou-se e perdeu-se nos prazos, mas não nas contas - nunca deixou de descontar para a Segurança Social e o fisco. Tem fé.

As crianças correm pelo corredor. Sinal de que a família se voltou a reunir, há flores de plástico pela casa. Nas cortinas, na jarra do corredor, nos quartos. O Oriente no seu melhor. Toca o telemóvel, toque de sitar, sonoridade de Shankar. Todas as semanas se fala dali com o Paquistão. Cinco euros de cada vez.

Zaida traz o chapati para a mesa. Feito por ela, é o pão típico de todas aquelas paragens que foram, em tempos, apenas e só a Grã-Bretanha do lado de lá do Planeta. Enquanto distribui arroz basmati, caril de frango e chanan, uma especialidade de grão de bico, Zulficar explica o único quadro da casa, além da fotografia do sobrinho falecido. O Paquistão rural, mulheres a levar lassi, a bebida de iogurte punjabi, e chapati ao homem que trabalha no campo. É parecido com a aldeia de onde veio. A aldeia onde deixou costumes islâmicos mais arreigados.

Zaida senta-se à mesa contando, em urdu, a simpatia dos portugueses, a amenidade do clima, o racismo que não sente. "Na minha terra, as mulheres comem de um lado, os homens do outro. Mas aqui não. Entraste em minha casa, aqui comemos todos juntos", diz Zulficar. Há salada de pepino e, no fim, gulab jamun. Com chá "paquistanês". Forte, libertado em leite com cardamomo. Tradição oriental. À mesa, a tradição muçulmana está no frango. "Halal".

"Allauh Akbar", oração da carne

Foi comprado na rua cruzada com o Cimo de Vila. Acima da montra, o velho letreiro ainda clama "Talho da Rua do Cativo. Carnes Frescas e Fumadas". Haddach não quis mexer na história. O nome do lugar, o verdadeiro, está impresso em folha A4. Em português e Árabe. "Talho Halal Cidade-Iman Lda". Na montra, em vez de carnes, um tajine, Meca e mercearia árabe. Abriu há ano e meio, ali por ser ali que os muçulmanos confluem. Pela mesquita, pelas lojas, pela mercearia indiana.

Haddach é marroquino, de Ouarzazate, terra de fitas hollywoodescas. Deixou lá a mulher e dois dos três filhos. O mais velho fez-se à vida em França. Não seguiu as pisadas do pai, que escolheu, sabe Alá porquê, as obras em Portugal. Veio cá parar em 2001, aos 40 anos, depois de uma passagem por França para se legalizar.

"Os portugueses receberam-me bem". Ao ponto de, em Fevereiro, Haddach ter pedido a nossa nacionalidade. É definitivo. O pedido de reagrupamento familiar entrou no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras há um mês. Foi na onda de outros homens cansados de estar sozinhos, moda que cresceu de há uns três meses para cá entre os marroquinos. São poucos por cá, França e Espanha oferecem mais.

O segredo é quase nenhum: virar o animal para Meca, dizer "bismillah allahu akbar" ("em nome de Deus, Deus é grande"), cortar-lhe o pescoço de orelha a orelha e deixá-lo sangrar até ficar exangue. "Se cortar só um bocado há veias em que fica sangue. E o sangue tem bactérias". Há fotos na parede, do matadouro de Famalicão onde Haddach vai cortar pescoços com as próprias mãos. Só mata quem sabe.

O negócio vai correndo. Vende tudo menos porco. Há portugueses a comprar ali. Muçulmanos vindos de Vila do Conde. Outros do Porto, onde se espalham. É assim a comunidade. Livre e dispersa. E prática. Os lojistas dali é que pagam a renda da mesquita da Travessa do Loureiro. E o salário de Idris Ahmed. Haddach também contribui. São dele uns dos incontáveis sapatos que vão escondendo os 75 degraus a caminho da oração.

Tem que estar tudo limpo. A alma e o corpo, a roupa e os pés. Começa-se pelas mãos, a boca e o nariz. Depois purifica-se a face. Lavam-se os braços e a cabeça. E, no fim, os pés. Em casa ou na mesquita.

Os sapatos ficam à porta. Porque pisam a sujidade do Mundo. Higiene e reverência. Porque Deus disse a Moisés, na montanha, "descalça-te, que estás num lugar sagrado". Faltam as mulheres. Vêm pouco. Estão dispensadas pelas regras. Só os homens têm que orar em local público, elas purificam-se em casa. Idris aponta, no entanto, o minúsculo espaço reservado às que entenderem "juntar-se". Atrás de uma parede, longe da vista e do contacto próximo, corporal e visual, de pé ou em prostração, que a oração implica.

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