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Como se verter ao islamismo?

Como se verter ao islamismo?

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Certa vez em Gilan viveu um homem muito piedoso chamado Sheikh Abdul Qadir. Ele era muito paciente e bondoso. Ele precisava de ter um temperamento calmo porque seu vizinho era judeu e gostava de fazer brincadeiras desagradáveis. Ele era malicioso e todas as vezes quando o Sheikh orava, ele cantava muito alto a fim de disturbá-lo. Isto poderia irritar qualquer outra pessoa e criar vários argumentos, mas não a Sheikh Abdul Qadir. Pelo contrário, ele suportou pacientemente todos os distúrbios e malvadas atitudes do seu vizinho. Ele nunca comentou ao judeu acerca do barulho nem autorizou ninguém a impedi-lo de cantar.

Mas certo dia, o judeu foi detido pela polícia em Gilan, certamente que, com o seu vizinho na prisão, o Sheikh iá não tinha ninguém para disturbar as suas orações. Ele já era capaz de orar em paz, sem barulho e distúrbio. O Sheikh encontrava-se aliviado dos distúrbios, mas depois lembrou-se de que não tinha visto o judeu durante alaruns dias. Onde estava ele? será que ele tinha viajado? Será que está doente?

O Sheikh Abdul Qadir decidiu descobrir o problema. Ele perguntou a alguns dos seus vizinhos acerca do seu paradeiro e ficou bastante sentido em ouvir o que eles tinham a dizer.

«Seu vizinho, o judeu, está preso»! -Eles disseram–lhe.

«Porquê»? Perguntou o Sheikh. «O que ele fez»?

Ninguém sabe ao certo. Um dos vizinhos disse qualquer coisa acerca dos polícias que foram incapazes de provar o crime do judeu, mas mesmo isto, ele não tinha a certeza.

«Isto é terrível»! disse o Sheikh. «Eu não posso estar de braços cruzados e ver o meu vizinho na cadeia. Eu nem sequer sabia».!

No Islam, um muçulmano cuida do seu vizinho como cuida a sua própria família. Recordando isto, o Sheikh dirigiu-se imediatamente ao tribunal em Gi-lan a fim de contactar o juiz local. O Sheikh contou ao juiz acerca do caso do seu vizinho e ofereceu-se em ajudar.

«Se o meu vizinho puder ser libertado pagando alguma multa», disse o Sheikh, «eu estou disposto a pagar. Mas eu ouvi dizer que nenhum crime foi provado contra ele. Se consultares o seu arquivo e o da polícia relacionado com a sua prisão, talvez consigas descobrir a verdade e se ele pode ser libertado».

O juiz conhecia perfeitamente o Sheikh e respeitava-o imenso. Eu farei conforme pedes, disse o juiz, depois dir-te-ei alguma coisa.

O juiz actuou directamente. Ele consultou o registo do judeu e estudou-o perfeitamente. Em seguida, ele disse ao

Sheikh: «Tens toda a razão. O judeu não praticou nenhum crime». O juiz depois disse numa voz zangada, «Realmente isto é muito mau, porque este homem foi posto na cadeia quando é inocente? Ele deve ser libertado imediatamente»!

O judeu que ficou surpreendido em ver-se aprisionado sem razões concretas, foi também tomado de surpresa, quando de repente um polícia veio até à porta da sua cela e libertou-o.

O que está acontecendo? Disse o judeu. Um momento pões-me na cadeia e depois libertas-me, — como é que isto tudo acontece?

O polícia contou-lhe o que se tinha passado e como o Sheikh Abdul Qadir defendeu-se por ele e obteve a sua libertação.

O judeu sentiu-se altamente envergonhado por ter causado todos aqueles problemas ao Sheikh. Ele da cadeia dirigiu-se directamente à casa do Sheikh e pediu–Ihe desculpas.

«ó Sheikh» disse o judeu, «eu .fui sempre um peso para ti. Eu disturbava-te quando oravas e fazia muito barulho. Por outro lado, foste extraordinário para mim e sacrificaste-te imenso por mim. Realmente és um homem verdadeiro. Eu prometo que nunca mais irei dis-turbar ou aborrecer-te».

«Eu não fiz nada de especial, vizinho»! O Sheikh disse ao judeu. «Eu não te fiz nenhum favor -especial. Eu simplesmente completei a minha obrigação como muçulmano. É dever meu sendo muçulmano, de ajudar o meu vizinho, particularmente quando ele estiver em problemas como tu estavas. De facto, lamento bastante não poder ser mais prestável para ti»!

O judeu ficou muito impressionado com as palavras do Sheikh. Foi formidável ter um vizinho como este.
Ele disse ao Sheikh: «Eu realmente vejo que o Islam é uma verdadeira religião. É uma boa religião que faz com que o homem seja bondoso com outro e ensina a ajudar e proteger os seus irmãos. Eu quero ser muçulmano».

Então ele converteu-se. Ele recitou o Kalima e abraçou o Tslam como a sua religião e sempre tentou ser um bom muçulmano.

«Isto é terrível»! disse o Sheikh. «Eu não posso estar de braços cruzados e ver o meu vizinho na cadeia. Eu nem sequer sabia».!

No Islam, um muçulmano cuida do seu vizinho como cuida a sua própria família. Recordando isto, o Sheikh dirigiu-se imediatamente ao tribunal em Gi-lan a fim de contactar o juiz local. O Sheikh contou ao juiz acerca do caso do seu vizinho e ofereceu-se em ajudar.

«Se o meu vizinho puder ser libertado pagando alguma multa», disse o Sheikh, «eu estou disposto a pagar. Mas eu ouvi dizer que nenhum crime foi provado contra ele. Se consultares o seu arquivo e o da polícia relacionado com a sua prisão, talvez consigas descobrir a verdade e se ele pode ser libertado».

O juiz conhecia perfeitamente o Sheikh e respeitava-o imenso. Eu farei conforme pedes, disse o juiz, depois dir-te-ei alguma coisa.

O juiz actuou directamente. Ele consultou o registo do judeu e estudou-o perfeitamente. Em seguida, ele disse ao

Sheikh: «Tens toda a razão. O judeu não praticou nenhum crime». O juiz depois disse numa voz zangada, «Realmente isto é muito mau, porque este homem foi posto na cadeia quando é inocente? Ele deve ser libertado imediatamente»!

O judeu que ficou surpreendido em ver-se aprisionado sem razões concretas, foi também tomado de surpresa, quando de repente um polícia veio até à porta da sua cela e libertou-o.

O que está acontecendo? Disse o judeu. Um momento pões-me na cadeia e depois libertas-me, — como é que isto tudo acontece?

O polícia contou-lhe o que se tinha passado e como o Sheikh Abdul Qadir defendeu-se por ele e obteve a sua libertação.

O judeu sentiu-se altamente envergonhado por ter causado todos aqueles problemas ao Sheikh. Ele da cadeia dirigiu-se directamente à casa do Sheikh e pediu–Ihe desculpas.

«ó Sheikh» disse o judeu, «eu .fui sempre um peso para ti. Eu disturbava-te quando oravas e fazia muito barulho. Por outro lado, foste extraordinário para mim e sacrificaste-te imenso por mim. Realmente és um homem verdadeiro. Eu prometo que nunca mais irei dis-turbar ou aborrecer-te».

«Eu não fiz nada de especial, vizinho»! O Sheikh disse ao judeu. «Eu não te fiz nenhum favor -especial. Eu simplesmente completei a minha obrigação como muçulmano. É dever meu sendo muçulmano, de ajudar o meu vizinho, particularmente quando ele estiver em problemas como tu estavas. De facto, lamento bastante não poder ser mais prestável para ti»!

O judeu ficou muito impressionado com as palavras do Sheikh. Foi formidável ter um vizinho como este.

Ele disse ao Sheikh: «Eu realmente vejo que o Islam é uma verdadeira religião. É uma boa religião que faz com que o homem seja bondoso com outro e ensina a ajudar e proteger os seus irmãos. Eu quero ser muçulmano».

Então ele converteu-se. Ele recitou o Kalima e abraçou o Tslam como a sua religião e sempre tentou ser um bom muçulmano.

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Fonte: http://www.avozdoislam.com.br